Fortuna : Gêmeas de Gugu fazem grave acusação contra a tia Aparecida Liberato

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O imbróglio da herança de Gugu Liberato ganhou um novo capítulo: filhas do apresentador, Marina e Sofia acusam a tia, Aparecida Liberato, de não prestar contas de dinheiro e joias do inventário do pai, morto em novembro de 2019 após um acidente doméstico em Orlando, nos Estados Unidos.

Segundo informações da jornalista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, as gêmeas acionaram advogado e foram à Justiça contra a irmã do comunicador, por não prestar contas como inventariante do espólio. Elas pedem que a numeróloga disponibilize informações sobre seguros de vida e previdências privadas e “outros títulos com resgate automático em caso de óbito” em nome do famoso.

Além disso, as filhas de Gugu pediram que Aparecia “preste contas e esclareça o destino e quem está na guarda dos bens e valores que guarneciam as residências do de cujus [Gugu Liberato], notadamente as obras de arte e quadros valiosos, coleção de relógios, joias, pedras preciosas, ouro, cofres e dinheiro em espécie nos imóveis e escritórios situados no Brasil”.

Para Sofia e Marina, “permanece um mistério o destino dado aos bens que guarneciam a residência” do pai em São Paulo, e o “dinheiro em espécie ali guardados, mas que já não mais estavam quando os três filhos chegaram ao Brasil para o velório, acompanhados da genitora Rose [Miriam Di Matteo, mãe das gêmeas]”. Elas querem que Aparecida preste contas de sua gestão no que diz respeito aos valores geridos e gastos do Espólio, “incluindo os valores e recursos auferidos” como aluguéis de imóveis, distribuição de lucros, prêmios e dividendos das empresas.

As jovens alegaram que Aparecida “insiste em não prestar contas de sua gestão, tanto dos valores resgatados, como, por igual, dos valores recebidos e auferidos pelos bens do espólio, em flagrante desrespeito” as decisões da Justiça.

Na ação, as adolescentes relataram que há divergências na compra de carros para elas, pedido que Aparecida não teria conduzido a diante. A gêmeas apontaram que a tia se autonomeou gestora das empresas do pai, sem ter autorização para tal.