Confeiteira é humilhada por cobrar taxa de entrega de R$2 e recebe apoio de internautas

Compartilhe com os amigos:

A confeiteira Ângela Oliveira foi humilhada por uma cliente que se recusou a pagar a taxa de entrega do seu bolo de pote.

Na troca de mensagens, a cliente ainda chama Ângela de “louca” e fala que ela “não vai conseguir nada dessa maneira”.

Lançamos sua vaquinha na VOAA para Ângela comprar ingredientes e ferramentas, pois muitos itens ela pega emprestado da vizinhança. A vaquinha também ajudará ela pagar aluguéis atrasados. Clique aqui e contribua.

A cliente disse na mensagem: “Amiga taxa de entrega se cobra depois que se tem clientela formada”.

Realmente, Ângela está só começando, mas tem jeito pior de incentivar quem está começando? Não mesmo.

Ângela desabafou: “Isso me machucou demais, chorei muito, fui forte pelos meus filhos, eles precisam de mim”.

Humilhada por R$ 2,00

Isso foi num domingo à noite, por volta das 19h. Por causa do horário, a confeiteira explicou que teria uma taxa de R$ 2,00 para o motoboy.

Foi então que a cliente começou ofender Ângela dizendo que ela “não tinha profissionalismo”. Oi?

“Amo fazer bolos, mas essas palavras me feriram e me doem muito ainda.”

Veja o prints da conversa:

post facebook confeiteira humilha cliente reclamou taxa entrega bolo
Print: Reprodução/Facebook
conversa whatsapp confeiteira humilhada cliente reclamou taxa entrega bolo
Divulgação

Vaquinha para levantar negócio da Ângela. Clique aqui e contribua.

conversa whatsapp confeiteira humilhada cliente reclamou taxa entrega bolo
Divulgação
conversa whatsapp confeiteira humilhada cliente reclamou taxa entrega bolo
Divulgação

Há 6 meses mudou-se para Marília após sofrer ameaças do ex-marido

Ângela decidiu se mudar de Sorocaba para Marília, interior de São Paulo, depois de sofrer ameaças do ex-marido. Ela viveu um relacionamento abusivo por 10 anos.

“Depois de um ano separada dele, comecei a sofrer ameaças de morte. Ele me perseguia e dizia que tiraria meus filhos de mim.”

Hoje, Ângela tem a medida protetiva e tenta recomeçar sua vida em Marília, com muita dificuldade.

Desempregada, ela não conseguiu o auxílio do governo

Mãe de dois filhos pequenos, de 7 e 4 anos, Ângela se equilibra nas contas. Só de aluguel a confeiteira paga R$ 650. Pra piorar tudo, não conseguiu o auxílio emergencial do governo.

selfie confeiteira e filhos
Foto: Arquivo pessoal

Seu último emprego foi de recepcionista. A esperança de dias melhores está na venda de bolos de pote.

“Faço bolos todos os dias e vendo de porta em porta ou quando tem pedido.”

Ela aprendeu a fazer bolos e doces com vídeos do YouTube

“Eu nunca tinha feito bolo antes, mas me vi no desespero de ter aluguel para pagar e as contas chegando. Pedi R$ 100 emprestados para minha mãe e comecei primeiro com recheios que eu sabia fazer como brigadeiro e prestígio.”