Comitê de Direitos Humanos manda soltar lésbicas que esquartejaram o menino Rhuan, de nove anos

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O Comitê de Direitos Humanos do Brasil expediu uma ordem determinando a soltura imediata das duas mulheres acusadas de matar e esquartejar o próprio filho, o menino Rhuan, de apenas 9 anos.

Rosana Auri da Silva e Kacyla Pryscila Santiago estão presas há duas semanas no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal, após terem confessado a autoria do crime que chocou o Brasil.

Os responsáveis pela ordem de soltura alegam que manter as mulheres encarceradas antes de qualquer julgamento é ineficaz, já que as duas são rés primarias e não apresentam qualquer risco à sociedade, podendo responder o processo em liberdade.

Alegaram também que as duas correm risco de vida se continuarem detidas com outras criminosas, pois podem sofrer retaliações, situação muito comum em penitenciárias brasileiras.

Na tarde de ontem um laudo da perícia concluiu que Rosana e Kacyla decapitaram Rhuan enquanto ele ainda estava vivo. Enquanto uma cometia o ato, a outra acendia a churrasqueira para carbonizar partes do corpo do menino.

No inicio da semana, as duas também confessaram que, há cerca de um ano, deceparam o órgão genital de Rhuan, pois, como são defensoras ferrenhas da ideologia de gênero, não aceitavam que seu filho fosse homem.

Nas entrevistas e interrogatórias a que foram submetidas, as mulheres mostraram frieza e nenhum sinal de arrependimento pelo crime.

O motivo do crime o torna ainda mais chocante. a criança, Rhuan Maycon da Silva Castro, segundo elas, lembrava muito o próprio avô, pai da assassina.

As duas falam em abusos: uma do pai da criança, a outra da própria companheira. Rosana seqüestrou o filho em 2015, enquanto a família do pai, no Acre, buscava incessantemente pelo filho, acionando a Justiça inúmeras vezes e postando fotos nas redes sociais, sem sucesso.