Após Maju anunciar que ninguém mandou matar Bolsonaro, presidente prepara resposta

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O Jornal Hoje desta quinta-feira (14) levou ao ar reportagem sobre o segundo inquérito da Polícia Federal a respeito da facada recebida pelo então candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro, no dia 7 de setembro de 2018, durante ato de campanha na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais.

O jornalístico apresentado por Maju Coutinho exibiu reportagem de cerca de dois minutos que conta detalhes do novo inquérito. Este documento foi assinado pelo delegado Rodrigo Morais e entregue à Justiça Federal em Juiz de Fora na quarta-feira (13). De acordo com o que consta no inquérito, Adélio Bispo teria agido sozinho.

“Ainda que a maioria das pessoas acreditem na existência de logístico ao perpetrador do ato delitivo ou no envolvimento de grupos criminosos especializados, até o presente momento nada de concreto pode ser concluído a respeito desta hipótese criminal”, diz trecho do inquérito. Em outras palavras, Adélio teria agido sozinho.

Em meio a divulgação do inquérito, Bolsonaro parece querer dar o troco em quem diz que Adélio não agiu a mando de ninguém. O presidente marcou reunião com seu advogado Frederick Wassef nesta quinta. Os dois se reuniriam por apenas 15 minutos. No começo da semana, Wassef afirmou no programa Aqui na Band que há uma nova testemunha do caso que diz que o crime ocorreu a mando do Partido dos Trabalhadores (PT).

A fala de Wassef na TV Bandeirantes causou muita polêmica e essa testemunha poderia dar um novo rumo às investigações do caso para que, enfim, a pergunta seja respondida: quem mandou matar Bolsonaro? Ninguém, de acordo com o novo inquérito da PF.